Escândalo na Igreja: Novas Oportunidades?

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Parece ser evidente que a Igreja está a expandir o seu negócio para novos públicos e mercados. Os “recentes” acontecimentos dão conta de abusos de menores, orgias homossexuais, e abuso de drogas entre personalidades elevadas no seio do Vaticano. Quem diz no seio, diz também no pénis.

Num dos mais recentes “percalços” da sagrada instituição, a polícia encontrou drogas e um grupo de homens “encaixados em fila” num apartamento da Congregação do Vaticano para a Doutrina da Fé, alegadamente ocupado pelo secretário de um dos principais conselheiros do Papa Francisco: Francesco Coccopalmerio.

Em declarações a alguém, Francesco Coccopalmerio explicou o que se passou:

“O colarinho branco de um dos padres caiu ao chão. Quando este se vergou para o apanhar, um outro padre perdeu o equilíbrio e caiu sobre as suas costas. Com o impacto, ambos perderam o equilíbrio, e um deles caiu mesmo em cheio com a boca na zona da pélvis de um outro padre que estava sentado no sofá. “Bom”, pensei eu, “já que está tudo encaixado, continuemos.”

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À luz destes acontecimentos, parece ser seguro afirmar que a Igreja está a explorar a respetiva sexualidade em toda a sua amplitude. Ao que parece, ter uma boa vida sexual é vantajoso para a saúde, e dado o número de tomates envolvidos nesta peripécia, a Igreja parece estar sensível à recomendação da Organização Mundial de Saúde que aconselha ao consumo diário de hortofrutícolas.

Esta atitude da Igreja de enveredar pelos hortofrutícolas levou a que muitos experimentassem o chamado tomate cherry. O tomate cherry é uma espécie de tomate cujo tamanho é menor e, normalmente, o seu sabor é um pouco mais doce que um tomate comum. Nem todos os padres são adeptos desta dieta, principalmente o Papa Francisco que, de forma desesperada, nos últimos meses tem andado a gritar pelos corredores do Vaticano para que os seus compadres abandonem esta dieta vegetariana.

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Enquanto a estratégia de captação de novos públicos não estiver bem definida, Papa Francisco estabeleceu as novas palavras de ordens: “Mantenham as salsichas fechadas nos pacotes, e deixem os tomates cherry amadurecer em paz.”

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Mas esta santa blasfémia não é um acontecimento novo. No obscurantismo da Igreja reina um código de silêncio disfarçado pela luz que guia a ação benevolente destes padres católicos. Para alguns, esta luz é Deus. No entanto, para outros, é o brilhozinho nos olhos dos pequenos crentes que guia a santa batina.

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Com tanta luz a entrar nos olhos, por vezes torna-se difícil ver com clareza. O excesso de iluminação tem vindo a deturpar a ética daquela que é uma das instituições mais antigas do mundo contemporâneo. A necessidade de modernização tornou obrigatório algumas mudanças, sendo que uma das hipóteses que se encontra em discussão é a utilização permanente de óculos de sol “estilo católico” para amenizar o ímpeto de um olhar voraz e indecentemente iluminado.

Enquanto estas mudanças não são implementadas, fica o conselho: protejam os rabinhos desta santa blasfémia.

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texto retirado de A Teia nº1 – O Canto Político

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